Carta ao mar

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Destino, enigmático ser de mãos sábias,
Escreve cartas sem assinar
As coloca numa garrafa de vidro
E depois as lança ao mar.
O acaso, seu subordinado,
Se encarrega de as fazer chegar
Às mãos dos pequenos mortais
A quem só cabe ler e interpretar.

Thaís Bartolomeu

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