Publicado em Entrevista

Conheça a nossa banda – The Last 4 Things

1- Como e quando vocês se conheceram?
O vocalista Caio Fiuza cresceu no mesmo bairro que o guitarrista Sergio Krznicov. Tocam juntos desde o final da infância. Os dois, com o Igor (ex-baixista) e com o Lucas Aguiar (ex-vocalista) criaram o projeto. Os demais atuais integrantes sugiram após a saída dos ex-membros citados anteriormente. O guitarrista Jessé é colega de classe do Caio. Lucas, o baixista, foi indicado via internet e o Matheus (baterista), também foi encontrado virtualmente.

2- Como surgiu a banda?
Tudo começou como um projeto paralelo, já que cada membro tinha uma banda principal. Porém, elas foram encerrando suas atividades e, o que era um “side project”, virou o foco principal. Quando foi encontrada uma formação mais consistente, decidiu-se o nome The Last 4 Things, que é um livro de Paul Hoffman.

3- Como funciona a composição das músicas?
Todos trabalham juntos nas composições. Há um membro que coloca as ideais divergentes para um ponto em comum, mas todos participam ativamente do processo de composição (pelo menos atualmente).

4- Qual foi a primeira música autoral de vocês? Contem um pouco sobre a história dela.
O nome da primeira autoral é “Countdown”. Ela fala sobre a angústia e o desejo de querer voltar no tempo para consertar tudo de errado na vida de uma pessoa, ressaltando a angústia que ela sente ao não conseguir isso.

5- O que vocês consideram a maior dificuldade para uma banda que está começando? Por quê?
Ter a noção do que funciona ou não dentro do grupo, para trabalhar e melhorar como musicistas. Normalmente, esses feedbacks só acontecem após o lançamento das primeiras músicas ou quando alguém de fora do ciclo convive e vai soltando alertas esporádicos. Saber ouvir terceiros é fundamental.

6- Vocês se lembram quando foi o primeiro show de vocês? Como foi?
Em Petrópolis, na Boate Fênix. Apesar de ter sido o primeiro show, foi insano. Público representou, estrutura boa e produção nota 10. Valorizou o nosso trabalho.

7- Qual foi o pior e o melhor momento da banda de vocês até agora?
O melhor momento foi quando fomos vencedores do concurso Invasão Underground. Havia muitos artistas bons e conseguir essa vitória com concorrentes de nível significou muito para nós. O pior momento é algo bem polêmico que preferimos não falar muito sobre, mas o que podemos dizer é: Quem dizia que acabou, se surpreendeu e estamos apenas começando.

8- Quais são os projetos atuais de vocês?
Estamos entrando em estúdio para gravar material novo. Novas faixas, com uma nova perspectiva serão apresentadas em breve.

9- Qual o maior sonho de vocês como banda?

Conseguir transmitir a nossa mensagem para o mundo.

10- O que a música representa pra vocês?
Vamos responder com um lema que levamos para a vida: “This is loyalty, this is a family”.

_________________________________________________
Links:

Autor:

Thaís tem 25 anos, é formada em Letras pela UFF e recentemente concluiu o mestrado em Literatura Brasileira. Adora dar aula e sempre que dá leva alguma música. A Thaís acha o Machado de Assis o escritor mais genial e totalmente incrível de todos os tempos e na música não há outro como John Mayer. Ela sabe fazer um brigadeiro muito bom, mas garante que escrever é o que de fato ela sabe fazer de melhor nessa vida.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s