Publicado em Entrevista

Conheça a nossa banda – R-Vox

*Entrevista respondida por Anderson R-Vox

1- Como e quando vocês se conheceram?
O Heri Rossi (baixista) eu conheço há muitos anos. Tivemos uma banda juntos e tal. O Alexandre Passos (guitarrista) também é dessa época, nos conhecíamos das bandas em que tocávamos. Já o Gabriel Barbosa (baterista) foi o último a chegar, por indicação de um amigo em comum.

2- Como surgiu a banda? 
Na verdade, RVOX é meu nome artístico. Comecei como um projeto solo mesmo, quando gravei o disco. Mas depois, formamos a banda para poder defender essas músicas ao vivo. O primeiro a chegar foi o Heri, que trouxe o Alexandre a reboque. Depois de um tempo, veio o Gabriel. Nesse tempo, tivemos outros bateristas e mais um guitarrista, até chegar nessa formação de hoje, que pra mim, é a ideal.

3- Como funciona a composição das músicas? 
As 05 músicas do EP eu escrevi sozinho, em casa com meu violão velho de guerra. Mas depois que a banda se consolidou, cada música dessa nova leva vem de um jeito. Algumas eu já levo prontas para o ensaio, e trabalhamos juntos nos arranjos. Outras surgem em jam sessions, ou alguém traz o esqueleto do instrumental e eu coloco as letras.

4- Qual foi a primeira música autoral de vocês? Contem um pouco sobre a história dela.
Quando eu comecei a compor para o disco, a primeira música que saiu foi “Hora H, Dia D”. Ela tem uma história interessante, pois eu comecei a escrevê-la a partir da melodia do refrão, que eu tinha feito para uma música do Jason, banda que eu fiz parte entre 2005 e 2007. Apesar de não ter rolado, eu guardei esse refrão para usá-lo no futuro. Mudei o tom dele e as ideias fluíram a partir dali.

5- O que vocês consideram a maior dificuldade para uma banda que está começando? Por quê?
Hoje em dia, os produtores e donos de casas de shows estão abrindo os olhos para a música independente. Começaram a perceber que há inúmeros artistas de qualidade e que agregam público. Contudo, muitos ainda acham que estão “fazendo um favor” às bandas chamando-as pra tocar em troca de água e cerveja, para “divulgar o trabalho”. Nego esquece que músico se alimenta, gasta (muita) grana investindo em instrumentos, equipamentos e transporte. Isso sem contar as muitas panelas que existem por aí, mas isso tem em todo lugar.

6- Vocês se lembram quando foi o primeiro show de vocês? Como foi?
O primeiro show como RVox foi uma prova de fogo, num festival chamado Jungle Fest. Embora não tivéssemos ido para competir, foi interessante pra ver como as músicas do EP funcionariam ao vivo. Uma experiência bem enriquecedora.

7- Qual foi o pior e o melhor momento da banda de vocês até agora?
Tivemos muitos grandes momentos até agora, em muitos shows memoráveis. Acredito que o melhor ainda está por vir. O pior momento foi ficar sem baterista por um tempão, pouco depois do disco ter saído, e perder muitas oportunidades boas de shows. Mas isso já foi resolvido com a entrada do Gabriel.

8- Quais são os projetos atuais de vocês?
No momento, estamos nos preparando para gravar o clipe da música “A Paz”, que virá com algumas mudanças importantes no projeto. E paralelo a isso, continuamos fazendo shows para divulgar o disco “Outro Round” e compondo músicas novas para o próximo.

9- Qual o maior sonho de vocês como banda?
Acho que é o mesmo de 99% de todas as bandas: alcançar o maior número possível de pessoas e poder viver para esse propósito maravilhoso, que é de levar arte e entretenimento para todo mundo.

10- O que a música representa pra vocês?
Tudo… E mais um pouco, rsrsrssrs

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CONTATOS:
Site oficial com disco para download: www.rvox.com
Facebook: www.facebook.com/oficialrvox
Twitter: www.twitter.com/oficialrvox
Soundcloud: www.soundcloud.com/rvox
YouTube: www.youtube.com/user/rvoxofficial

Autor:

Thaís tem 25 anos, é formada em Letras pela UFF e recentemente concluiu o mestrado em Literatura Brasileira. Adora dar aula e sempre que dá leva alguma música. A Thaís acha o Machado de Assis o escritor mais genial e totalmente incrível de todos os tempos e na música não há outro como John Mayer. Ela sabe fazer um brigadeiro muito bom, mas garante que escrever é o que de fato ela sabe fazer de melhor nessa vida.

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