O que você tem feito com as suas mãos?

Nós não somos os piores
Nem os menos sábios,
Menos habilidosos,
Menos capacitados.
.
Cada um sabe a seu modo
Mostrar ao mundo a que veio.
Uns cantam, uns escrevem,
Uns emprestam o ombro.
.
Não queira ter
As mãos que são de outrem.
As suas são as que melhor
Servem pra mostrar o que sente.
.
Pode ser que às vezes pareça
Que a gente não serve pra nada,
Ou que não somos tão bons
Quanto o fulano que faz tanta coisa.
.
Eu não faço muito
Além de escrever,
Mas me basta poder
Fluir com as palavras.
.
Minha irmã joga vôlei
e sabe cozinhar,
Minha avó sabe crochê
e sabe aconselhar.
.
O que você tem feito
Com as suas mãos?
O que você tem feito
Além de reclamar?

Conheça a nossa banda – The Last 4 Things

1- Como e quando vocês se conheceram?
O vocalista Caio Fiuza cresceu no mesmo bairro que o guitarrista Sergio Krznicov. Tocam juntos desde o final da infância. Os dois, com o Igor (ex-baixista) e com o Lucas Aguiar (ex-vocalista) criaram o projeto. Os demais atuais integrantes sugiram após a saída dos ex-membros citados anteriormente. O guitarrista Jessé é colega de classe do Caio. Lucas, o baixista, foi indicado via internet e o Matheus (baterista), também foi encontrado virtualmente.

2- Como surgiu a banda?
Tudo começou como um projeto paralelo, já que cada membro tinha uma banda principal. Porém, elas foram encerrando suas atividades e, o que era um “side project”, virou o foco principal. Quando foi encontrada uma formação mais consistente, decidiu-se o nome The Last 4 Things, que é um livro de Paul Hoffman.

3- Como funciona a composição das músicas?
Todos trabalham juntos nas composições. Há um membro que coloca as ideais divergentes para um ponto em comum, mas todos participam ativamente do processo de composição (pelo menos atualmente).

4- Qual foi a primeira música autoral de vocês? Contem um pouco sobre a história dela.
O nome da primeira autoral é “Countdown”. Ela fala sobre a angústia e o desejo de querer voltar no tempo para consertar tudo de errado na vida de uma pessoa, ressaltando a angústia que ela sente ao não conseguir isso.

5- O que vocês consideram a maior dificuldade para uma banda que está começando? Por quê?
Ter a noção do que funciona ou não dentro do grupo, para trabalhar e melhorar como musicistas. Normalmente, esses feedbacks só acontecem após o lançamento das primeiras músicas ou quando alguém de fora do ciclo convive e vai soltando alertas esporádicos. Saber ouvir terceiros é fundamental.

6- Vocês se lembram quando foi o primeiro show de vocês? Como foi?
Em Petrópolis, na Boate Fênix. Apesar de ter sido o primeiro show, foi insano. Público representou, estrutura boa e produção nota 10. Valorizou o nosso trabalho.

7- Qual foi o pior e o melhor momento da banda de vocês até agora?
O melhor momento foi quando fomos vencedores do concurso Invasão Underground. Havia muitos artistas bons e conseguir essa vitória com concorrentes de nível significou muito para nós. O pior momento é algo bem polêmico que preferimos não falar muito sobre, mas o que podemos dizer é: Quem dizia que acabou, se surpreendeu e estamos apenas começando.

8- Quais são os projetos atuais de vocês?
Estamos entrando em estúdio para gravar material novo. Novas faixas, com uma nova perspectiva serão apresentadas em breve.

9- Qual o maior sonho de vocês como banda?

Conseguir transmitir a nossa mensagem para o mundo.

10- O que a música representa pra vocês?
Vamos responder com um lema que levamos para a vida: “This is loyalty, this is a family”.

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Links:

Conheça a nossa banda – Two Places at Once

*Entrevista respondida por Renan Rocha

1- Como e quando vocês se conheceram?

Eu (Renan) conheci o Victor através do estúdio Flames, o qual ele é dono, porque eu ensaiava com a minha antiga banda nesse estúdio. Nós 4 já nos conhecíamos de vista do estúdio. Cada um ensaiava com sua respectiva banda ali ao longo da semana. Então nós fomos nos conhecendo aos poucos. Chegávamos as vezes a tocar em shows juntos com as bandas, mas nada que nos tornasse amigos realmente. A amizade dos 4 só foi estabelecida com a formação da banda.

2- Como surgiu a banda?

Quando minha banda terminou, em meados de agosto de 2013, eu e Victor nos juntamos para fazer um novo projeto, e fomos chamando, a dedo, as pessoas mais profissionais que conhecíamos e que frequentavam o estúdio Flames com suas bandas, que estariam na mesma sintonia e empolgação para tocar um projeto pra frente. Então chamamos o Juan (que tocava numa banda chamada Jack Valete),  e só depois de gravar nosso EP, chamamos  o Rodrigo (que tocava na banda Hey Vegas)

3- Como funciona a composição das músicas?

Eu costumo compor o grosso de cada canção em casa, sozinho. Escrevo as letras e levo uma base da canção pro estúdio para começarmos a mexer nela e ensaiar. Geralmente só levo a melodia com a letra, e daí começamos a discutir sobre como encaixar cada instrumento.

4- Qual foi a primeira música autoral de vocês? Contem um pouco sobre a história dela.

A primeira música que lançamos foi “Gloves”. Ela é uma canção muito especial pra nós, porque talvez seja a música que mais nos defina até agora. Música de fases, com introduções, refrões marcantes, decaídas, subidas, linhas simples de guitarra e baixo, etc.

Eu a escrevi em 2011, quando ainda 15 anos e nem tinha banda. Comecei a escrever numa viagem que fiz no final de 2011, sobre como era estranho ver as pessoas no fim de suas vidas, e que algumas delas não tinham amor por mais nada, e que só procuravam esperar pelo fim.

Aí juntei meus rascunhos de letra com uma base de guitarra que já tinha, saiu essa música que é hoje,.

5- O que vocês consideram a maior dificuldade para uma banda que está começando? Por quê?

Sintonia. Pois na minha opinião, pra formar uma banda, todos tem de estar preparados e dispostos a fazer o necessário pela banda. Se algum ou alguns integrantes estiverem mais afim de fazer uma faculdade de medicina, e o resto da banda quer levar o projeto a sério, isso nunca vai dar certo. Uma banda com seus integrantes em plena sintonia é uma banda bem estruturada.

6- Vocês se lembram quando foi o primeiro show de vocês? Como foi?

Nosso primeiro show foi em Fevereiro de 2014, no Café Etílico no Recreio (RJ). Eramos ainda um trio (Eu, Victor e Juan) e estávamos bem nervosos pra falar a verdade! Não tínhamos lançado ainda material algum digital, e fomos apresentar nossas músicas pela primeira vez, e o pior de tudo, é que nunca tínhamos subido no palco juntos, então foi tudo novo. Mas no fim foi super legal, super descontraído o show. Tocamos as músicas do nosso EP “Different Selves” e se não me engano tocamos um ou outro cover. Foi bacana!

7- Qual foi o pior e o melhor momento da banda de vocês até agora?

Olha, pior momento por sorte ainda não tivemos. Nada que tenha nos afetado aconteceu até agora nesses quase 2 anos de banda.

Mas de momentos bons temos muito a contar. Talvez o momento mais eletrizante até agora tenha sido nossa participação no festival MADA em Natal-RN. Tocamos pra umas 7 mil pessoas, era um festival grande, contava com Marcelo D2, Banda do Mar, Far From Alaska, Emicida, etc. E pra nós foi um aprendizado e tanto! Uma experiência inesquecível subir no palco e ver uma multidão curtindo as suas músicas.

8- Quais são os projetos atuais de vocês?

Estamos para lançar nosso primeiro álbum cheio, intitulado “Birdtraps”. Ele contém 11 músicas, foi produzido pelo Elton Bozza e mixado/masterizado pelo Gabriel Zander, mesma galera que fez o nosso EP “Different Selves” em 2014.

O álbum está pra vir ai em Julho, e estamos animadíssimos pra mostrar ao publico nossas músicas novas.

9- Qual o maior sonho de vocês como banda?

Viver da arte e espalha-la mundo afora. É o que nos importa mais.

10- O que a música representa pra vocês?

Nossa vida, nosso trabalho, nosso foco, nossa luta de cada dia, nosso esforço. A música é o que nos move, é o que nos faz acordar todos os dias satisfeito com o que fazemos.

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Site: http://twoplacesatonce.com.br/

Facebook: https://www.facebook.com/2placesatonce

Spotify / Rdio / Deezer / Itunes: Two Places at Once

Download do EP Different Selves: http://www.4shared.com/rar/_tn1MgiBba/Two_Places_at_Once-Different_S.html

EP “Different Selves” no Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=vLhQlEgcNf8

Canal Youtube: https://www.youtube.com/user/twoplacesofficial

Lyric Video da música “Gloves” : https://www.youtube.com/watch?v=rMQErbNcqcI

Teoria do Caos

Pode ser que demore um pouco
Até a gente se dar conta
De que tudo é e foi
Exatamente como tinha que ser.
.
Cada queda foi pra cê saber
Que a gravidade tá aí pra isso,
Mas ficar no chão é escolha
Assim como levantar também é.
.
Pode ser que a gente ainda chore
Chore muito e reclame muito
E entenda pouco ou quase nada
Dos porquês da vida.
.
Mas o Vinícius disse,
E no Vinícius eu acredito,
Que ela tem sempre razão.
A vida é sábia, sabe o que faz.
.
Nós é que não sabemos nada.
Viver é completar o roteiro
Que o destino nos dá
Logo assim que a gente chega.
.
Viver é não poder escolher
O pai, a mãe, o nome,
O bairro, a escola, os amores.
Viver é escolher como lidar.
.
E se tudo é mesmo
Bem do jeito como tem que ser
Eu escolho é chorar pouco
E aprender com tudo.
.
Se a gente quiser com vontade
Dá pra tirar proveito
De falta de luz, pouco dinheiro,
Pé na bunda e arroz queimado.
.
E chega uma hora que a gente
Entende pelo menos alguns porquês:
Porque não deu certo,
Porque o ônibus não parou pra mim.
.
Se assim foi, assim havia de ser.
Viver é escolher o como
No que não dá pra escolher porquê.
Viver é só ir vivendo
(mesmo sem entender)

Conheça a nossa banda – The Bunker Band

*Entrevista respondida por Daniel Gomez.

1 – Como e quando vocês se conheceram?

Para resumir, nossa história começou em 1999. Desde então tocamos juntos, mas só depois de 2011, quando fixamos o baixista, adotamos o nome atual e caímos na estrada. Somos todos amigos de longa data.

2- Como surgiu a banda?

Surgiu inicialmente como uma banda cover, com poucas músicas próprias. Depois de um tempo, o trabalho autoral passou a ser prioridade em nossos shows e, em junho de 2014, lançamos nosso primeiro EP, o “The Story Hasn’t Been Told Yet”, somente com composições da banda.

3- Como funciona a composição das músicas?

Basicamente eu levo a música já pronta, composta no violão para os ensaios e lá arranjamos. Cada um contribui com sua parte. As vezes a música se transforma, mas tudo começa mesmo no violão.

4- Qual foi a primeira música autoral de vocês? Contem um pouco sobre a história dela.

De toda a nossa história, foi “Be The Same”. Ela nunca foi gravada “oficialmente”, mas é uma boa canção. Quem sabe um dia ela veja a luz do dia (rs). Não considero uma obra prima… Ainda estava aprendendo a compor e não tem muita história, eu (Daniel Gomez) tinha 14 anos de idade.

5- O que vocês consideram a maior dificuldade para uma banda que está começando? Por quê?

A maior dificuldade são as pessoas se interessarem por algo novo. A grande maioria  ouve algo que a mídia os empurra goela abaixo, sem contar a desvalorização do nosso trabalho, onde muitas vezes tocamos sem receber. Mas faz parte… Alguns poucos locais aqui no Rio estão mudando isso.

6- Vocês se lembram quando foi o primeiro show de vocês? Como foi?

Em 1999 no antigo Tequila’s Bar. Foi péssimo! (rs)

7- Qual foi o pior e o melhor momento da banda de vocês até agora?

Pior momento acho que não tivemos, mas o melhor até agora foram as conquistas recentes, como o show no Jockey Club de SP, quando ganhamos o concurso da Rolling Stone/West Coast, e a abertura do show do Titãs em BH. Mas tivemos outros inúmeros momentos especiais ao longo da nossa existência.

8- Quais são os projetos atuais de vocês?

Atualmente estamos divulgando nosso EP e tentando levar nossa música para o mais longe possível. Algumas novidades estão por vir!

9- Qual o maior sonho de vocês como banda?

Sermos reconhecidos! Acho que esse é um dos nossos sonhos!

10- O que a música representa pra vocês?

Acho que grande parte de nossas vidas a música se faz presente. É algo de muita importância para nós.

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Links:
Facebook – www.facebook.com/thebunkerband
YouTube (destaque para o clipe de “The End”) – www.youtube.com/bunkerbandofficial

The Bunker Band na mídia:
– Revista Rolling Stone – http://goo.gl/lEI0ZY / http://goo.gl/VhBNLN / http://goo.gl/zuXYpq
– O Globo – http://goo.gl/5OdOfk
– Rock em Geral – http://goo.gl/HzwPPQ
– Musicombo – http://goo.gl/KycBgb
– Independente da Música – http://goo.gl/4byr9N

Conheça a nossa banda – Sound Bullet

*Entrevista respondida por Fred Mattos.

1- Como e quando vocês se conheceram?

A banda começou em 2009, aqui na zona sul do RJ, como uma última tentativa do Guilherme e o antigo guitarrista, o Ton, de fazer uma banda autoral, após se conhecerem em aulas de música. O Guilherme me chamou pra tocar baixo e eu (Fred) chamei o Pedro. Esse ano, o Ton decidiu sair e entrou o Henrique, que eu já conheço há uns 10 anos.
2- Como surgiu a banda? (contem um pouco sobre a história da formação)
Então, foi uma tentativa de pôr em prática as músicas que o Guilherme já havia escrito. A gente começou a trabalhar e a sintonia foi tão boa que decidimos continuar. Ficamos, inclusive, sem baterista no início, já que foi difícil arranjar algum fixo. Isso até encontrar o Pedro, com quem eu já fazia umas aulas na escola de música. Após ele entrar na banda, as músicas foram fluindo até o ponto que decidimos gravar uma demo.
3- Como funciona a composição das músicas? 
A composição da Sound Bullet foi muito restrita ao Guilherme e a mim no processo do EP Ninguém Está Sozinho. Todos contribuiram, é claro, mas, o fogo inicial das canções vinha de nós dois. Foi um processo natural chegar nessa situação. O Guilherme compõe melodias muito bem e, como é ele quem canta, o que ele cria já está na região ideal de voz. Eu fazia os riffs e as partes instrumentais a partir do que ele me sugeria, depois o Ton e o Pedro somavam.
Atualmente, estamos mudando isso. As ideias ainda partem de riffs e melodias minhas e do Guilherme, mas o Pedro e o Henrique tem mais liberdade de contribuir e criar dentro da situação.
4- Qual foi a primeira música autoral de vocês? Contem um pouco sobre a história dela.
Curiosa essa pergunta, pois acabamos de refazer o arranjo instrumental dela para ficar mais a cara da banda atualmente. Pensamos até em relançá-la no futuro.
Ela se chama When It Goes Wrong e está na nossa demo. Foi a primeira canção que o Guilherme nos apresentou e foi a primeira vez que eu senti que a banda poderia dar algum fruto. Com certeza, WIGW carrega e mostra as primeiras influências da banda.
5- O que vocês consideram a maior dificuldade para uma banda que está começando? Por quê?
Acho que depende de banda, né? O dinheiro (a falta dele, na verdade) é sempre um problema. Mas, a inexperiência e a falta de dedicação podem atrapalhar bastante. Mas, é errando que se aprende. Nós cometemos muitos erros para aprender.
6- Vocês se lembram quando foi o primeiro show de vocês? Como foi?
Não foi, na verdade. Nossa primeira apresentação acabou não ocorrendo, porque a casa fazia shows a tarde e festas a noite. Como todo evento, o show atrasou e o produtor fugiu com o dinheiro. Ficamos nós e várias bandas perdidos sem saber o que fazer. Na semana seguinte, na Audio Rebel, acabamos realizando nosso primeiro show. As outras bandas que dividiram o palco não existem mais e é engraçado pensar em como fizemos coisas que, hoje em dia, reprovaríamos.
7- Qual foi o pior e o melhor momento da banda de vocês até agora?
O pior? É difícil dizer. Acredito que, na preparação de composições para o Ninguém Está Sozinho, quase acabamos. Todos estávamos de saco cheio de ir ao estúdio, dos outros, de não chegar a lugar algum. Foi uma época bem chata, tivemos conversas sobre o que fazer. Depois a relação entre nós voltou a melhorar e conseguimos fazer um trabalho bom com a ajuda do produtor.
O melhor é definitivamente o que estamos vivendo agora. Temos tocando regularmente fora do Rio, chegamos ao palco mais icônico do Rock no Brasil, o Circo Voador, temos preparado músicas novas com facilidade e liberdade.
8- Quais são os projetos atuais de vocês?
Bom, em julho, lançaremos um novo clipe, da primeira faixa do EP (Aceitar Perdão). E, como disse, estamos trabalhando músicas novas, talvez lancemos um single este ano, novas live sessions como nossa parceria com o Letto (em Esquadros) e, com certeza, ano que vem, entraremos em estúdio para o sucessor de Ninguém Está Sozinho.
9- Qual o maior sonho de vocês como banda?
Viver de música. É amplo dizer isso. Mas, acho que todos gostaríamos de viver confortavelmente com a música, com o fruto do nosso trabalho.
10- O que a música representa pra vocês?
Dizer que “a música é tudo” é bem clichê. Mas, a música representa chegar em casa, cansado do dia exaustivo e do ensaio, e ficar lembrando/cantando os riffs, as melodias, as loucuras que aconteceram nas suas músicas. É bem engraçado sonhar com um riff que você mesmo criou, mas, é isso que a música é pra nós.
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Clipe Oficial: https://www.youtube.com/watch?v=ZqlO2ZzeUzo

Release da Banda Sound Bullet: A Sound Bullet é mais que uma banda carioca de Indie rock. Formada em 2009, por Guilherme (voz e guitarra), Fred (baixo e voz), Henrique (guitarra) e Pedro (bateria), a banda mostra influências de grupos britânicos dos anos 2000, indo do post-punk revival a gêneros como o rock alternativo americano e esbarrando no math rock.

Após um ano de sua formação e com sua demo gravada, o conjunto tocou em diversos festivais, sendo finalista na edição carioca do GBOB – Global Battle of Bands de 2010 e da 2ª edição do festival NMB – Nova Música Brasileira, em 2011, patrocinado pela Oi Novo Som e com apoio do Governo do Estado do Rio de Janeiro.

Em dezembro de 2013, a Sound Bullet lançou seu primeiro EP, “Ninguém Está Sozinho”, após quase dois anos trabalhando. Produzido por Diogo Strausz (Strausz e ex-R.Sigma) e gravado no estúdio Cantos do Trilho com Pedro Garcia (Planet Hemp e ex-Rockz), o trabalho aborda a vida na sociedade ao redor da banda com seus relacionamentos e emoções, deixando claro o porquê do título.

Além disso, “Ninguém Está Sozinho” já rende frutos ao grupo como: um lugar entre os 25 melhores EPs Brasileiros de 2013, pelo site Tenho Mais Discos que Amigos; uma apresentação no Circo Voador, pelo festival Rio Banda Fest; shows em MG, SP e interior do RJ, com participação no festival Grito Rock.

Para ouvir: https://soundcloud.com/soundbullet

Download direto em: soundbullet.bandcamp.com

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