Conheça a nossa banda – R-Vox

*Entrevista respondida por Anderson R-Vox

1- Como e quando vocês se conheceram?
O Heri Rossi (baixista) eu conheço há muitos anos. Tivemos uma banda juntos e tal. O Alexandre Passos (guitarrista) também é dessa época, nos conhecíamos das bandas em que tocávamos. Já o Gabriel Barbosa (baterista) foi o último a chegar, por indicação de um amigo em comum.

2- Como surgiu a banda? 
Na verdade, RVOX é meu nome artístico. Comecei como um projeto solo mesmo, quando gravei o disco. Mas depois, formamos a banda para poder defender essas músicas ao vivo. O primeiro a chegar foi o Heri, que trouxe o Alexandre a reboque. Depois de um tempo, veio o Gabriel. Nesse tempo, tivemos outros bateristas e mais um guitarrista, até chegar nessa formação de hoje, que pra mim, é a ideal.

3- Como funciona a composição das músicas? 
As 05 músicas do EP eu escrevi sozinho, em casa com meu violão velho de guerra. Mas depois que a banda se consolidou, cada música dessa nova leva vem de um jeito. Algumas eu já levo prontas para o ensaio, e trabalhamos juntos nos arranjos. Outras surgem em jam sessions, ou alguém traz o esqueleto do instrumental e eu coloco as letras.

4- Qual foi a primeira música autoral de vocês? Contem um pouco sobre a história dela.
Quando eu comecei a compor para o disco, a primeira música que saiu foi “Hora H, Dia D”. Ela tem uma história interessante, pois eu comecei a escrevê-la a partir da melodia do refrão, que eu tinha feito para uma música do Jason, banda que eu fiz parte entre 2005 e 2007. Apesar de não ter rolado, eu guardei esse refrão para usá-lo no futuro. Mudei o tom dele e as ideias fluíram a partir dali.

5- O que vocês consideram a maior dificuldade para uma banda que está começando? Por quê?
Hoje em dia, os produtores e donos de casas de shows estão abrindo os olhos para a música independente. Começaram a perceber que há inúmeros artistas de qualidade e que agregam público. Contudo, muitos ainda acham que estão “fazendo um favor” às bandas chamando-as pra tocar em troca de água e cerveja, para “divulgar o trabalho”. Nego esquece que músico se alimenta, gasta (muita) grana investindo em instrumentos, equipamentos e transporte. Isso sem contar as muitas panelas que existem por aí, mas isso tem em todo lugar.

6- Vocês se lembram quando foi o primeiro show de vocês? Como foi?
O primeiro show como RVox foi uma prova de fogo, num festival chamado Jungle Fest. Embora não tivéssemos ido para competir, foi interessante pra ver como as músicas do EP funcionariam ao vivo. Uma experiência bem enriquecedora.

7- Qual foi o pior e o melhor momento da banda de vocês até agora?
Tivemos muitos grandes momentos até agora, em muitos shows memoráveis. Acredito que o melhor ainda está por vir. O pior momento foi ficar sem baterista por um tempão, pouco depois do disco ter saído, e perder muitas oportunidades boas de shows. Mas isso já foi resolvido com a entrada do Gabriel.

8- Quais são os projetos atuais de vocês?
No momento, estamos nos preparando para gravar o clipe da música “A Paz”, que virá com algumas mudanças importantes no projeto. E paralelo a isso, continuamos fazendo shows para divulgar o disco “Outro Round” e compondo músicas novas para o próximo.

9- Qual o maior sonho de vocês como banda?
Acho que é o mesmo de 99% de todas as bandas: alcançar o maior número possível de pessoas e poder viver para esse propósito maravilhoso, que é de levar arte e entretenimento para todo mundo.

10- O que a música representa pra vocês?
Tudo… E mais um pouco, rsrsrssrs

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CONTATOS:
Site oficial com disco para download: www.rvox.com
Facebook: www.facebook.com/oficialrvox
Twitter: www.twitter.com/oficialrvox
Soundcloud: www.soundcloud.com/rvox
YouTube: www.youtube.com/user/rvoxofficial

Conheça a nossa banda – The Last 4 Things

1- Como e quando vocês se conheceram?
O vocalista Caio Fiuza cresceu no mesmo bairro que o guitarrista Sergio Krznicov. Tocam juntos desde o final da infância. Os dois, com o Igor (ex-baixista) e com o Lucas Aguiar (ex-vocalista) criaram o projeto. Os demais atuais integrantes sugiram após a saída dos ex-membros citados anteriormente. O guitarrista Jessé é colega de classe do Caio. Lucas, o baixista, foi indicado via internet e o Matheus (baterista), também foi encontrado virtualmente.

2- Como surgiu a banda?
Tudo começou como um projeto paralelo, já que cada membro tinha uma banda principal. Porém, elas foram encerrando suas atividades e, o que era um “side project”, virou o foco principal. Quando foi encontrada uma formação mais consistente, decidiu-se o nome The Last 4 Things, que é um livro de Paul Hoffman.

3- Como funciona a composição das músicas?
Todos trabalham juntos nas composições. Há um membro que coloca as ideais divergentes para um ponto em comum, mas todos participam ativamente do processo de composição (pelo menos atualmente).

4- Qual foi a primeira música autoral de vocês? Contem um pouco sobre a história dela.
O nome da primeira autoral é “Countdown”. Ela fala sobre a angústia e o desejo de querer voltar no tempo para consertar tudo de errado na vida de uma pessoa, ressaltando a angústia que ela sente ao não conseguir isso.

5- O que vocês consideram a maior dificuldade para uma banda que está começando? Por quê?
Ter a noção do que funciona ou não dentro do grupo, para trabalhar e melhorar como musicistas. Normalmente, esses feedbacks só acontecem após o lançamento das primeiras músicas ou quando alguém de fora do ciclo convive e vai soltando alertas esporádicos. Saber ouvir terceiros é fundamental.

6- Vocês se lembram quando foi o primeiro show de vocês? Como foi?
Em Petrópolis, na Boate Fênix. Apesar de ter sido o primeiro show, foi insano. Público representou, estrutura boa e produção nota 10. Valorizou o nosso trabalho.

7- Qual foi o pior e o melhor momento da banda de vocês até agora?
O melhor momento foi quando fomos vencedores do concurso Invasão Underground. Havia muitos artistas bons e conseguir essa vitória com concorrentes de nível significou muito para nós. O pior momento é algo bem polêmico que preferimos não falar muito sobre, mas o que podemos dizer é: Quem dizia que acabou, se surpreendeu e estamos apenas começando.

8- Quais são os projetos atuais de vocês?
Estamos entrando em estúdio para gravar material novo. Novas faixas, com uma nova perspectiva serão apresentadas em breve.

9- Qual o maior sonho de vocês como banda?

Conseguir transmitir a nossa mensagem para o mundo.

10- O que a música representa pra vocês?
Vamos responder com um lema que levamos para a vida: “This is loyalty, this is a family”.

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Links:

Conheça a nossa banda – Two Places at Once

*Entrevista respondida por Renan Rocha

1- Como e quando vocês se conheceram?

Eu (Renan) conheci o Victor através do estúdio Flames, o qual ele é dono, porque eu ensaiava com a minha antiga banda nesse estúdio. Nós 4 já nos conhecíamos de vista do estúdio. Cada um ensaiava com sua respectiva banda ali ao longo da semana. Então nós fomos nos conhecendo aos poucos. Chegávamos as vezes a tocar em shows juntos com as bandas, mas nada que nos tornasse amigos realmente. A amizade dos 4 só foi estabelecida com a formação da banda.

2- Como surgiu a banda?

Quando minha banda terminou, em meados de agosto de 2013, eu e Victor nos juntamos para fazer um novo projeto, e fomos chamando, a dedo, as pessoas mais profissionais que conhecíamos e que frequentavam o estúdio Flames com suas bandas, que estariam na mesma sintonia e empolgação para tocar um projeto pra frente. Então chamamos o Juan (que tocava numa banda chamada Jack Valete),  e só depois de gravar nosso EP, chamamos  o Rodrigo (que tocava na banda Hey Vegas)

3- Como funciona a composição das músicas?

Eu costumo compor o grosso de cada canção em casa, sozinho. Escrevo as letras e levo uma base da canção pro estúdio para começarmos a mexer nela e ensaiar. Geralmente só levo a melodia com a letra, e daí começamos a discutir sobre como encaixar cada instrumento.

4- Qual foi a primeira música autoral de vocês? Contem um pouco sobre a história dela.

A primeira música que lançamos foi “Gloves”. Ela é uma canção muito especial pra nós, porque talvez seja a música que mais nos defina até agora. Música de fases, com introduções, refrões marcantes, decaídas, subidas, linhas simples de guitarra e baixo, etc.

Eu a escrevi em 2011, quando ainda 15 anos e nem tinha banda. Comecei a escrever numa viagem que fiz no final de 2011, sobre como era estranho ver as pessoas no fim de suas vidas, e que algumas delas não tinham amor por mais nada, e que só procuravam esperar pelo fim.

Aí juntei meus rascunhos de letra com uma base de guitarra que já tinha, saiu essa música que é hoje,.

5- O que vocês consideram a maior dificuldade para uma banda que está começando? Por quê?

Sintonia. Pois na minha opinião, pra formar uma banda, todos tem de estar preparados e dispostos a fazer o necessário pela banda. Se algum ou alguns integrantes estiverem mais afim de fazer uma faculdade de medicina, e o resto da banda quer levar o projeto a sério, isso nunca vai dar certo. Uma banda com seus integrantes em plena sintonia é uma banda bem estruturada.

6- Vocês se lembram quando foi o primeiro show de vocês? Como foi?

Nosso primeiro show foi em Fevereiro de 2014, no Café Etílico no Recreio (RJ). Eramos ainda um trio (Eu, Victor e Juan) e estávamos bem nervosos pra falar a verdade! Não tínhamos lançado ainda material algum digital, e fomos apresentar nossas músicas pela primeira vez, e o pior de tudo, é que nunca tínhamos subido no palco juntos, então foi tudo novo. Mas no fim foi super legal, super descontraído o show. Tocamos as músicas do nosso EP “Different Selves” e se não me engano tocamos um ou outro cover. Foi bacana!

7- Qual foi o pior e o melhor momento da banda de vocês até agora?

Olha, pior momento por sorte ainda não tivemos. Nada que tenha nos afetado aconteceu até agora nesses quase 2 anos de banda.

Mas de momentos bons temos muito a contar. Talvez o momento mais eletrizante até agora tenha sido nossa participação no festival MADA em Natal-RN. Tocamos pra umas 7 mil pessoas, era um festival grande, contava com Marcelo D2, Banda do Mar, Far From Alaska, Emicida, etc. E pra nós foi um aprendizado e tanto! Uma experiência inesquecível subir no palco e ver uma multidão curtindo as suas músicas.

8- Quais são os projetos atuais de vocês?

Estamos para lançar nosso primeiro álbum cheio, intitulado “Birdtraps”. Ele contém 11 músicas, foi produzido pelo Elton Bozza e mixado/masterizado pelo Gabriel Zander, mesma galera que fez o nosso EP “Different Selves” em 2014.

O álbum está pra vir ai em Julho, e estamos animadíssimos pra mostrar ao publico nossas músicas novas.

9- Qual o maior sonho de vocês como banda?

Viver da arte e espalha-la mundo afora. É o que nos importa mais.

10- O que a música representa pra vocês?

Nossa vida, nosso trabalho, nosso foco, nossa luta de cada dia, nosso esforço. A música é o que nos move, é o que nos faz acordar todos os dias satisfeito com o que fazemos.

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Site: http://twoplacesatonce.com.br/

Facebook: https://www.facebook.com/2placesatonce

Spotify / Rdio / Deezer / Itunes: Two Places at Once

Download do EP Different Selves: http://www.4shared.com/rar/_tn1MgiBba/Two_Places_at_Once-Different_S.html

EP “Different Selves” no Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=vLhQlEgcNf8

Canal Youtube: https://www.youtube.com/user/twoplacesofficial

Lyric Video da música “Gloves” : https://www.youtube.com/watch?v=rMQErbNcqcI

Conheça a nossa banda – The Bunker Band

*Entrevista respondida por Daniel Gomez.

1 – Como e quando vocês se conheceram?

Para resumir, nossa história começou em 1999. Desde então tocamos juntos, mas só depois de 2011, quando fixamos o baixista, adotamos o nome atual e caímos na estrada. Somos todos amigos de longa data.

2- Como surgiu a banda?

Surgiu inicialmente como uma banda cover, com poucas músicas próprias. Depois de um tempo, o trabalho autoral passou a ser prioridade em nossos shows e, em junho de 2014, lançamos nosso primeiro EP, o “The Story Hasn’t Been Told Yet”, somente com composições da banda.

3- Como funciona a composição das músicas?

Basicamente eu levo a música já pronta, composta no violão para os ensaios e lá arranjamos. Cada um contribui com sua parte. As vezes a música se transforma, mas tudo começa mesmo no violão.

4- Qual foi a primeira música autoral de vocês? Contem um pouco sobre a história dela.

De toda a nossa história, foi “Be The Same”. Ela nunca foi gravada “oficialmente”, mas é uma boa canção. Quem sabe um dia ela veja a luz do dia (rs). Não considero uma obra prima… Ainda estava aprendendo a compor e não tem muita história, eu (Daniel Gomez) tinha 14 anos de idade.

5- O que vocês consideram a maior dificuldade para uma banda que está começando? Por quê?

A maior dificuldade são as pessoas se interessarem por algo novo. A grande maioria  ouve algo que a mídia os empurra goela abaixo, sem contar a desvalorização do nosso trabalho, onde muitas vezes tocamos sem receber. Mas faz parte… Alguns poucos locais aqui no Rio estão mudando isso.

6- Vocês se lembram quando foi o primeiro show de vocês? Como foi?

Em 1999 no antigo Tequila’s Bar. Foi péssimo! (rs)

7- Qual foi o pior e o melhor momento da banda de vocês até agora?

Pior momento acho que não tivemos, mas o melhor até agora foram as conquistas recentes, como o show no Jockey Club de SP, quando ganhamos o concurso da Rolling Stone/West Coast, e a abertura do show do Titãs em BH. Mas tivemos outros inúmeros momentos especiais ao longo da nossa existência.

8- Quais são os projetos atuais de vocês?

Atualmente estamos divulgando nosso EP e tentando levar nossa música para o mais longe possível. Algumas novidades estão por vir!

9- Qual o maior sonho de vocês como banda?

Sermos reconhecidos! Acho que esse é um dos nossos sonhos!

10- O que a música representa pra vocês?

Acho que grande parte de nossas vidas a música se faz presente. É algo de muita importância para nós.

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Links:
Facebook – www.facebook.com/thebunkerband
YouTube (destaque para o clipe de “The End”) – www.youtube.com/bunkerbandofficial

The Bunker Band na mídia:
– Revista Rolling Stone – http://goo.gl/lEI0ZY / http://goo.gl/VhBNLN / http://goo.gl/zuXYpq
– O Globo – http://goo.gl/5OdOfk
– Rock em Geral – http://goo.gl/HzwPPQ
– Musicombo – http://goo.gl/KycBgb
– Independente da Música – http://goo.gl/4byr9N

Conheça a nossa banda – Sound Bullet

*Entrevista respondida por Fred Mattos.

1- Como e quando vocês se conheceram?

A banda começou em 2009, aqui na zona sul do RJ, como uma última tentativa do Guilherme e o antigo guitarrista, o Ton, de fazer uma banda autoral, após se conhecerem em aulas de música. O Guilherme me chamou pra tocar baixo e eu (Fred) chamei o Pedro. Esse ano, o Ton decidiu sair e entrou o Henrique, que eu já conheço há uns 10 anos.
2- Como surgiu a banda? (contem um pouco sobre a história da formação)
Então, foi uma tentativa de pôr em prática as músicas que o Guilherme já havia escrito. A gente começou a trabalhar e a sintonia foi tão boa que decidimos continuar. Ficamos, inclusive, sem baterista no início, já que foi difícil arranjar algum fixo. Isso até encontrar o Pedro, com quem eu já fazia umas aulas na escola de música. Após ele entrar na banda, as músicas foram fluindo até o ponto que decidimos gravar uma demo.
3- Como funciona a composição das músicas? 
A composição da Sound Bullet foi muito restrita ao Guilherme e a mim no processo do EP Ninguém Está Sozinho. Todos contribuiram, é claro, mas, o fogo inicial das canções vinha de nós dois. Foi um processo natural chegar nessa situação. O Guilherme compõe melodias muito bem e, como é ele quem canta, o que ele cria já está na região ideal de voz. Eu fazia os riffs e as partes instrumentais a partir do que ele me sugeria, depois o Ton e o Pedro somavam.
Atualmente, estamos mudando isso. As ideias ainda partem de riffs e melodias minhas e do Guilherme, mas o Pedro e o Henrique tem mais liberdade de contribuir e criar dentro da situação.
4- Qual foi a primeira música autoral de vocês? Contem um pouco sobre a história dela.
Curiosa essa pergunta, pois acabamos de refazer o arranjo instrumental dela para ficar mais a cara da banda atualmente. Pensamos até em relançá-la no futuro.
Ela se chama When It Goes Wrong e está na nossa demo. Foi a primeira canção que o Guilherme nos apresentou e foi a primeira vez que eu senti que a banda poderia dar algum fruto. Com certeza, WIGW carrega e mostra as primeiras influências da banda.
5- O que vocês consideram a maior dificuldade para uma banda que está começando? Por quê?
Acho que depende de banda, né? O dinheiro (a falta dele, na verdade) é sempre um problema. Mas, a inexperiência e a falta de dedicação podem atrapalhar bastante. Mas, é errando que se aprende. Nós cometemos muitos erros para aprender.
6- Vocês se lembram quando foi o primeiro show de vocês? Como foi?
Não foi, na verdade. Nossa primeira apresentação acabou não ocorrendo, porque a casa fazia shows a tarde e festas a noite. Como todo evento, o show atrasou e o produtor fugiu com o dinheiro. Ficamos nós e várias bandas perdidos sem saber o que fazer. Na semana seguinte, na Audio Rebel, acabamos realizando nosso primeiro show. As outras bandas que dividiram o palco não existem mais e é engraçado pensar em como fizemos coisas que, hoje em dia, reprovaríamos.
7- Qual foi o pior e o melhor momento da banda de vocês até agora?
O pior? É difícil dizer. Acredito que, na preparação de composições para o Ninguém Está Sozinho, quase acabamos. Todos estávamos de saco cheio de ir ao estúdio, dos outros, de não chegar a lugar algum. Foi uma época bem chata, tivemos conversas sobre o que fazer. Depois a relação entre nós voltou a melhorar e conseguimos fazer um trabalho bom com a ajuda do produtor.
O melhor é definitivamente o que estamos vivendo agora. Temos tocando regularmente fora do Rio, chegamos ao palco mais icônico do Rock no Brasil, o Circo Voador, temos preparado músicas novas com facilidade e liberdade.
8- Quais são os projetos atuais de vocês?
Bom, em julho, lançaremos um novo clipe, da primeira faixa do EP (Aceitar Perdão). E, como disse, estamos trabalhando músicas novas, talvez lancemos um single este ano, novas live sessions como nossa parceria com o Letto (em Esquadros) e, com certeza, ano que vem, entraremos em estúdio para o sucessor de Ninguém Está Sozinho.
9- Qual o maior sonho de vocês como banda?
Viver de música. É amplo dizer isso. Mas, acho que todos gostaríamos de viver confortavelmente com a música, com o fruto do nosso trabalho.
10- O que a música representa pra vocês?
Dizer que “a música é tudo” é bem clichê. Mas, a música representa chegar em casa, cansado do dia exaustivo e do ensaio, e ficar lembrando/cantando os riffs, as melodias, as loucuras que aconteceram nas suas músicas. É bem engraçado sonhar com um riff que você mesmo criou, mas, é isso que a música é pra nós.
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Clipe Oficial: https://www.youtube.com/watch?v=ZqlO2ZzeUzo

Release da Banda Sound Bullet: A Sound Bullet é mais que uma banda carioca de Indie rock. Formada em 2009, por Guilherme (voz e guitarra), Fred (baixo e voz), Henrique (guitarra) e Pedro (bateria), a banda mostra influências de grupos britânicos dos anos 2000, indo do post-punk revival a gêneros como o rock alternativo americano e esbarrando no math rock.

Após um ano de sua formação e com sua demo gravada, o conjunto tocou em diversos festivais, sendo finalista na edição carioca do GBOB – Global Battle of Bands de 2010 e da 2ª edição do festival NMB – Nova Música Brasileira, em 2011, patrocinado pela Oi Novo Som e com apoio do Governo do Estado do Rio de Janeiro.

Em dezembro de 2013, a Sound Bullet lançou seu primeiro EP, “Ninguém Está Sozinho”, após quase dois anos trabalhando. Produzido por Diogo Strausz (Strausz e ex-R.Sigma) e gravado no estúdio Cantos do Trilho com Pedro Garcia (Planet Hemp e ex-Rockz), o trabalho aborda a vida na sociedade ao redor da banda com seus relacionamentos e emoções, deixando claro o porquê do título.

Além disso, “Ninguém Está Sozinho” já rende frutos ao grupo como: um lugar entre os 25 melhores EPs Brasileiros de 2013, pelo site Tenho Mais Discos que Amigos; uma apresentação no Circo Voador, pelo festival Rio Banda Fest; shows em MG, SP e interior do RJ, com participação no festival Grito Rock.

Para ouvir: https://soundcloud.com/soundbullet

Download direto em: soundbullet.bandcamp.com

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Entrevista com o músico e escritor Pippo Pezzini

  • Você tem projetos tanto na literatura quanto na música. Como é a sua relação com essas duas artes?

Elas se complementam. Preenchem espaços diferentes no meu âmago, mas em algum momento, acabam se encontrando numa poesia musicada, quando escrevo e escuto música. O que muda é a linguagem, a forma e a técnica. Não consigo viver sem as duas. Como diria Nietzsche: Sem a música, a vida seria um erro. E completo: Sem a literatura também.

  • O que veio primeiro na sua vida, o desejo de ser músico ou de ser escritor? Como foi isso pra você?

A música esteve sempre presente na minha vida. Ouvia meu pai cantando quando era pequeno, ficava mexendo nos discos e ouvindo. Sempre tive um fascínio. Passei uma parte da infância no Japão, então tive aulas de música na escolinha. Quando vim para o Brasil, só fui estudar aos 12 anos, no caso, Violão. Ficava encantando de assistir as bandas tocando em palcos enormes, sempre tive esse desejo de ser um rock star. A escrita veio bem mais tarde, depois dos 18 anos.

  • Você se sente capaz de se expressar melhor em uma dessas duas artes mais do que na outra? Por quê?

Sentia. Pois não gostava das minhas composições musicais. Agora já me sinto seguro pra compor, mas é bem diferente do que escrever. A música pode movimentar sentimentos que jamais podem ser transpostos à linguagem literária.

  • Fale um pouco da sua trajetória como músico.

Comecei a estudar com doze anos. Aos quinze, toquei pela primeira vez num palco. E não foi pouco, tinham 700 pessoas ocupando um teatro. Fato que me marcou muito e me fez aspirar essa carreira. Desde então, toquei em diversas bandas, em mil lugares, eventos, bares, shows, praças, parques, ruas. Tive oportunidade de fazer uma canja com artistas nacionais, como Detonautas, Fresno, entre outros. Abri shows de muitas bandas nacionais, e já cheguei a tocar para um público de 20 mil pessoas. Muita estrada, experiências e histórias que dariam um livro. Toco diversos instrumentos, mas gosto de cantar e tocar violão/guitarra.

  • Que cantores e/ou bandas mais te inspiram e influenciam?

Difícil escolher. Mas estou numa fase de apreciação da música brasileira e latina. Escutando muita coisa. De Caetano à Perota Chingó.

  • Fale um pouco dos seus projetos musicais atuais, o Ar-te Livre e o seu EP ‘Bucólico’.

O embrião do Ar-te Livre foi uma construção de uma ideia que tive o ano passado, com meu amigo Eduardo Siqueira, parceiro de projetos musicais. Amadureci a ideia de tocar nas ruas, praças e parques e pus em prática no início desse ano, em Florianópolis, sozinho. Mas me senti muito solitário (risos), fato que me fez recrutar outros músicos para integrar esta proposta de levar arte ao ar livre, livre de custos. Tudo aconteceu muito rápido, estamos na crista da onda, muito felizes com a repercussão do projeto. O nome da banda é Maragá, e o projeto é Ar-te Livre.

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O EP foi uma necessidade que eu tive de registrar as canções que compus. Uma estreia nesse universo autoral. Prezei pela sinceridade e funcionou. As músicas foram bem recebidas, apesar de terem esse clima ‘’bucólico’’. Estou feliz, mas louco pra gravar novas canções, desta vez com banda.

  • Além desses, você tem algum outro projeto envolvendo música em andamento?

Eventualmente sou convidado para tocar como instrumentista em algumas bandas, mas nada fixo. Estou evitando me envolver, pois não tenho tempo para doar. Às vezes é melhor ter um projeto e dar foco total nele.

  • Agora comente um pouquinho da sua carreira como escritor.

Bem, vamos lá. Acho que só me senti um pouco escritor após lançar o primeiro livro. Comecei a escrever depois do ensino médio, por pura necessidade de expressão. Em blogs, diários, cadernos, e depois em redes sociais. Chegou um momento (2013) em que senti que tinha material para organizar um livro. Fiz a seleção e misturei contos, crônicas e poesias. Fiz toda a edição, até a capa e contracapa. Peguei o acerto de um emprego e investi na publicação. Em 2014 fui premiado na cidade onde resido (Caxias do Sul – RS), no concurso literário, na categoria de contos. Participei da feira do livro no lançamento dessa antologia. Em 2015, tive o prazer de lançar meu primeiro romance pela editora quatrilho, financiado pelo financiarte, ‘’Tempestade de Outono’’. Penso que já fiz muita coisa desde que me propus a escrever seriamente. E a melhor parte é receber mensagens de pessoas que se beneficiam e se identificam com a minha escrita, me sinto útil levando arte e reflexão.

  • Você está lançando agora o seu segundo livro, Tempestade de Outono. Conte um pouquinho sobre esse trabalho em relação aos anteriores.

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Este é o primeiro romance. A história mais longa que escrevi até então. Conta a história de um escritor vivencia um outono depressivo e turbulento. Encharcado de questionamentos existenciais, entranhado por elementos policiais. Utilizo da metalinguagem, meu personagem escreve dentro meu livro. Foi uma aventura escrever esse romance, e é um orgulho enorme vê-lo pronto, acessível a todos.

  • Pra você, o que significa ser artista?

Artista é todo aquele que imprime a sua subjetividade numa linguagem estética. O marceneiro é um artista, desde que ele dê valor a sua sensibilidade, e não apenas fique reproduzindo peças como se fosse uma máquina. O artista deve ouvir o coração. Nietzsche diz que o verdadeiro artista é aquele que respira a arte, e não cobra dela mais do que a sua subsistência.

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Clique aqui pra ouvir o EP “Bucólico”

Entrevista com o músico Castello Branco

  • Quando e como surgiu em você o desejo de ser artista, de se expressar através da arte?

É natural, minha natureza, o que veio da minha mãe (natureza) e meu pai (universo). Nunca vi como um desejo, pelo contrário, às vezes desejo não fazer mas me espanca e queima tão forte que só posso ser conivente com isso.

  • Como foi a transição entre a sua carreira na R Sigma para a sua carreira solo?

Passei por uma fase de não aceitar o fim da banda, triste, enxergava pouco. Depois de um tempo fui entendendo o que é que o universo estava me comunicando e comecei a aceitar tudo que veio.

  • No texto que você postou no seu site, você fala do quanto a palavra serviço estava presente na sua infância no monastério. O que essa palavra representa pra você no atual momento da sua vida?

Ser empático com os que me cercam. Receber de maneira flexível e amorosa o outro, estar sempre pronto pra acrescentar sem nada em troca.

  • Como foi pra você o processo de preparação desse CD (desde compor até a gravação)?

Doloroso mas (como tudo que é doloroso, no fim) gratificante.

  • Dentre todas as músicas de “Serviço”, tem alguma que tenha um significado mais especial pra você e por quê?

Todas tem sua importância, mas talvez “Anu” seja a mais importante, a primeira, a que eu toco desde criança e a que eu tenho mais liberdade. Gosto de modifica-la sempre, quero que ela tenha milhões de vôos.

  • Em algumas faixas do seu CD, como “Anu” mesmo existe a presença da natureza por meio do canto de pássaros. Que papel a natureza desempenha nas suas composições?

Antes delas, em mim. A natureza é a mãe. Gostaria que existisse uma outra palavra pra ela, que eu pudesse separar a “consciência natureza” da palavra geral “natureza”. Usamos “deus” mas “deus” ainda é outra coisa.

  • O que você achou da recepção desse seu primeiro CD solo e independente pelo público e pela crítica? Foi como você esperava? Teve muitas surpresas?

Não esperamos mais do que ele, nem menos. Foi um divisor de águas para todos os que fizeram parte do processo profundamente. Me surpreendi um pouco como ser-humano, mas sabíamos que de alguma forma, como ele mexeu com a gente, mexeria com os demais que estivessem abertos de verdade a receber.

  • O que você considera como a maior dificuldade para a carreira de um artista independente no Brasil atualmente e por quê?

Ele próprio. Pouco discernimento.

  • Quais são os seus projetos no momento?

Tenho um livro pronto e ando compondo algumas músicas também. Estou me preparando para o novo ciclo. 29 anos e um novo momento.

  • Bem, pra finalizar. A minha música preferida de “Serviço” é “Crer-sendo”. Ela foi a primeira música sua que eu ouvi e até hoje é a que mais traz lições. O que significa na sua vida crescer crendo e sendo?

Fé ativa.

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castello lindo

Para conhecer mais do trabalho do Castello, acesse http://www.castellobranco.nu

Entrevista com o escritor Alexandre Guimarães

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  • Como/quando a escrita apareceu na tua vida como forma de expressão? 

Aos meus 11 anos de idade. Eu li um poema do Vinícius de Moraes e me apaixonei por literatura. Decidi que eu iria usar as palavras para me expressar. 

  • Há quanto tempo você já produz textos literários? Como tudo começou? 

Como eu disse acima, aos meus 11 anos de idade. Eu estava lendo “Antologia Poética” do Vinícius e me apaixonei. Foi algo meio que surreal. 

  • Os textos que você publica são realmente como cartas, como você mesmo diz na descrição da sua página. De onde surgiu essa ideia da escrita através de cartas? 

Isso é bem engraçado. Eu queria escrever para as pessoas, para que de alguma maneira eu pudesse levar paz e conforto para elas através das minhas cartas. Decidi usar as cartas porque é uma coisa bem simples, mas que pode mudar o dia de alguém. 

  • Quando e por que você resolveu começar a divulgar os teus textos na internet? Como surgiu a ideia da página? 

Eu não queria mais guardar para mim. Resolvi divulgar no ano passado, quando algumas pessoas disseram que eu deveria expor isso. A ideia da página é bem engraçada. O primeiro poema surgiu em um supermercado. Era um dia chuvoso e quando cheguei em casa resolvi publicar o poema. A recepção foi muito boa. No final do poema eu coloquei: “continua”. Dois dias depois eu publiquei um novo poema e a recepção aumentou. Daí eu decidi criar a página e está sendo isso que você vê hoje.

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  • Como foi e tem sido pra você essa recepção tão boa (e até rápida) dos teus textos nas redes sociais? 

Assustadora, eu diria. Eu não esperava tudo isso. Mas é algo maravilhoso. 

  • A ideia do livro “Doce Desconhecida” já era um projeto antigo ou surgiu por causa da página?  

Surgiu por causa da página. 

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  • Comente um pouco sobre como foi a preparação deste livro e quais são os projetos atuais relacionados a ele. 

A preparação foi muito rápida. Com apenas duas semanas de página recebi proposta de três editoras para publicar o meu livro. Ah, eu não gosto de planejar, deixo acontecer. 

  • Você já está pensando em publicar outros livros? 

Ainda não. Mas quem sabe em alguns anos. 

  • O que mais te inspira a escrever ? Quais são as suas influências e referências? 

O nada. A tristeza, uma música, um passarinho. Depende muito. Eu amo o Vinícius, Drummond, Leminski, Mario Quintana, Bukowski, Clarice Lispector, Caio Fernando de Abreu, Guimarães Rosa… 

  • Qual é o seu maior sonho como escritor e o que mais te move a continuar escrevendo?  

O meu maior sonho está sendo realizado. Publicar um livro e ser reconhecido. Como diria a Clarice: “Quando não escrevo, estou morta”. 

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Para conhecer mais sobre os escritos do Alexandre, viste Doce Desconhecida no facebook.

Entrevista com o ator e diretor Leandro Veneziani

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  • Quando surgiu em você o desejo de ser artista?

Interessantíssima essa pergunta, por que eu realmente não sei a resposta. Parece clichê mas acho que muita gente já nasce com essa vontade, e eu certamente fui uma delas. Digo isso porque nunca me passou pela cabeça fazer outra coisa, claro que a influência da minha irmã (que é atriz) é grande, mas sempre tive essa vontade.

  • Fale um pouco das suas primeiras experiências artísticas. 

Como disse anteriormente minha irmã (5 anos mais velha), é atriz, logo o mundo das artes sempre refletiu em mim. Eu tenho muita muita história, além do que tenho uma memória descomunalmente boa (infelzimente hahaa sim, isso atrapalha). Mas se tivesse que citar apenas uma falaria com certeza da vez que tinha 3 ou 4 anos e parei de falar repentinamente. Os diretores da escolinha chamaram minha mãe, foi um alarde só. Fui em dois psicólogos diferentes e após quase uma semana soltei a seguinte frase “ai mãe, como vocês são burros. Eu sou o dunga! O dunga não fala!”.

  • Quando você começou a levar mais esse desejo mais a sério?

Quando eu tinha 11/12 comecei a ver minha irmã indo realmente pra frente com a carreira, a partir daí percebi que isso era algo possível mesmo. Mas se levar a sério as vezes não é o bastante, afinal eu faço tudo com apoio dos meus pais, e eles só viram essa vontade/habilidade em mim quando eu criei minha primeira websérie (“As Joseenses”) quando estava ainda no terceiro ano e os vídeos bombaram, rendendo até uma entrevista pra Globo da região.

  • Existe algum acontecimento que marque pra você o início da sua carreira de ator?

Eu na verdade me vejo muito mais como um diretor/roteirista/criador do que ator. Mas eu amo e tenho vontade sim de ser ator. Eu acho que a primeira vez que eu me senti ator mesmo foi no primeiro teste de microfone do Mamma Mia, não sei porque mas aquilo marcou muito pra mim. Foi como se pela primeira vez eu botasse meu “uniforme de ator”.

  • Qual você considera o momento mais legal que você já viveu na sua carreira até hoje?

Nossa, essa é complicada hahahaha Fico em dúvida entre o agradecimento final do Mamma Mia e as primeiras vezes que fui reconhecido na rua pelo NOVA. Realmente não sei dizer hahaha.

  • O que te fez decidir ir estudar em Nova York? Como foi essa decisão pra você?

Vim pra cá pela primeira vez com 16 anos, acompanhado dos meus pais. E foi amor a primeira vista hahahaha bati o olho e pensei “eu quero estudar aqui e pronto cabô” hahaha desde então botei isso na cabeça e comecei a correr (muito) atrás.

  • Quais são os artistas (atores, cantores, cineastas etc) que mais te influenciam e/ou inspiram e por quê?

Nossa, desculpa. Essa eu vou passar, já tentei responder mas eu tenho dois problemas grandes : falar muito e ter muita criatividade/viajar. Se eu começar eu termino daqui 3 dias. 

Mas se for pra citar (assim por cima) eu diria : Tarantino, Almodóvar, Fellini, Wagner Moura, Selton Mello, Fernanda Montenegro, Fábio Porchat, Brad Pitt, Daniel Day Lewis, chega se não não paro. 

  • Como surgiu a ideia de criar a sua web série? Está tendo o retorno que você esperava?

Desde que cheguei me deu aquela vontade de fazer alguma coisa, algum vídeo, alguma produção, sei lá. Mas dessa vez quis fazer com calma, parei e pensei muito, demorei quase um ano pra terminar o projeto. E com o tempo (até mesmo depois de começar) fui moldando ele do jeito que eu queria. 

Nunca esperei esse retorno, não mesmo. Até hoje não acredito. Quando comecei a ideia era fazer no máximo 5 vídeos, e agora já estou chegando no 50º, é realmente surpreendente pra mim, até hoje.

  • Quais são os seus projetos atualmente?

Olha, exclusividade pro blog Hahahahaha o NOVA vai acabar (ou ficar um boooooooom tempo fora do ar) porém eu não vou parar hahaha agora o que vem em seguida ainda é segredo.

  • Qual é o seu maior sonho como artista?

Ser reconhecido, ser respeitado e viver fazendo o que eu amo, a arte. Transformar todo esse amor em reconhecimento e não deixar nunca essa chama de “sonho” se apagar.

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Para conhecer um pouco mais sobre o trabalho do Leandro, visite https://www.youtube.com/user/LeandroVeneziani

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