simplicidades #2Aquele sorriso que surge

quando um raio de sol

nos acorda

é privilégio de quem

soube enfrentar

com confiança

o temporal.

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Thaís Bartolomeu – 2015

simplicidades #1

O prazer da novidade

nas coisas simples

só é possível

pra quem se recusa

a achar o belo

banal.

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Thaís Bartolomeu – 2015

Top 5 BR – Músicas para término de relacionamentos amorosos (Só nacionais)

Já fazia um tempinho que eu não preparava uma playlist com um tema específico (na verdade fazia um tempinho inclusive que eu já nem escrevia no blog – shame on me). Mas nessa linda noite de quinta-feira eu resolvi trazer pra vocês uma listinha com as minhas 5 músicas nacionais preferidas sobre o tema “término de relacionamentos amorosos”. Me julguem por não ter colocado a clássica “não era amor, era cilada”, mas espero que gostem da minha seleção.

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Namore alguém que… – (Sobre as coisas que realmente importam)

Às vezes a gente passa tanto tempo solteiro, tanto tempo sem estar com alguém do lado e tanto tempo desejando ter uma pessoal especial com a gente pra chamar de “meu amor”, que chega uma hora que a gente se perde entre medos e desejos. O desejo de amar de novo, de namorar, e o medo de se decepcionar outra vez.

Isso me faz lembrar mais uma vez do gato de Schrödinger e até eterna dúvida de abrir ou não a caixa. Seguindo o meu próprio conselho de posts atrás, eu resolvi abrir a caixa há pouco mais de um mês e hoje sei que foi a melhor coisa que eu poderia ter feito.

A gente às vezes idealiza tanta coisa, deseja tanta coisa… E a gente às vezes se desespera, fica na merda e já nem sabe mais o que esperar. Talvez eu mesma já não soubesse o que eu estava procurando, mas agora que eu encontrei eu sei.

Há coisas que são bobagens, eu mesma já disse aqui algumas vezes, como se importar com aparência física ou esperar encontrar alguém que goste exatamente de tudo que você também gosta e na mesma proporção. Mas… há coisas que importam e muito quando o assunto é namorar.

Namore alguém que te trate com respeito, que te ouça com atenção, que goste de conversar com você.

Namore alguém que seja seu amigo, que te faça rir, que goste de ver sorrir e que saiba te arrancar sorrisos inesperados.

Namore alguém em quem você confie ao ponto de contar coisas que ninguém mais sabe, alguém que também se abra com você sem você nem precisar pedir.

Namore alguém que seja carinhoso da mesma forma que você é, com ou sem excessos, da forma que faz sentir acolhido.

Namore alguém que não precise de dinheiro pra se divertir.

Namore alguém que apoie os seus projetos, que sonhe os seus sonhos junto com você.

Namore alguém que você saiba dizer só de olhar se está bem ou se ‘tá sofrendo’, alguém que não pretenda te esconder nada e que sempre converse sobre tudo com você (até sobre os assuntos mais bizarros).

Namore alguém que dê valor ao seu cuidado e que seja cuidadoso com você também. Cuidadoso ao ponto de te pedir desculpas mesmo sem entender bem o porquê só pra você não ficar triste.

Namore alguém que não ache sacrifício vir te ver, que saiba que quando a gente ama tudo fica doce e mais suave.

Se você tem alguma pretensão além dessas no namoro, eu te digo que é bobagem. E se você acha que é impossível encontrar uma pessoa assim, eu te digo que eu também achava. Mas quando você encontrar a pessoa certa, vai ver que tudo isso aparece naturalmente, vai sorrir todo dia sem saber direito a quem agradecer… Sorte, Destino, Deus, Teoria do Caos, Mãe Natureza… Aí você é que escolhe. Eu prefiro agradecer a Vida mesmo, sempre tão surpreendente e tão cheia de razão.

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Para o meu amor, com todo o amor.

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O que é namorar?

25 coisas pra fazer antes do 25

A contar de hoje, faltam exatamente 365 dias para o meu aniversário de 25 anos que é sem dúvida uma data importante para quem gosta de números redondos. Eu não gosto de números em geral, mas resolvi fazer aqui uma listinha com 25 coisas que eu acho extremamente maneiras, que eu inclusive já gostaria de ter feito, e que queria tentar fazer ao longo desse 1 ano que eu tenho antes de completar 1/4 de século pisando nesta terra.

Espero que também seja um incentivo para aqueles que ainda vão fazer 25 anos, seja lá quando, e que desejam fazer algumas dessas coisinhas aqui! Vamos à lista! \o/

1 – Andar de moto

2 – Me jogar do palco em um show de Rock

3 – Doar Sangue

4 – Ajudar um velhinho a atravessar a rua

5 – Publicar um livro M-E-U

6 – Conhecer Curitiba

7 – Ler todos os romances de Machado de Assis

8 – Participar de um programa de rádio ( de preferência “A hora dos perdidos”)

9 – Participar de um Flashmob

10 – Fazer figuração em uma novela de época

11 – Fazer uma tatuagem

12 – Aprender a dirigir

13 – Assistir direto a trilogia de “O poderoso chefão”

14 – Aprender a tocar uma música inteira no violão

15 – Fazer uma horta

16 – Pintar o cabelo de azul

17 – Participar do desfile de uma escola de samba

18 – Tirar uma foto imitando a clássica da “Abbey Road”

19 – Assistir o musical de O Rei Leão

20 – Acampar

21 – Participar da platéia em um programa de auditório

22 – Ir a um velório por dia durante uma semana seguida

23 – Fazer um vídeo epicamente engraçado (sem planejar), postar no YouTube e receber milhões de acessos

24 – Fazer uma trilha em grupo

25 – Conhecer o John Mayer

Conheça a nossa banda – TuRBö

*Entrevista respondida por Ricardo Pigatto
1- Como e quando vocês se conheceram?
A formação atual começou encontrando o Rafa em shows na cidade onde ele mencionou a vontade de fazer um som autoral e me perguntando sobre o Flat Black Pack que estava parado, e que ele gostaria de participar caso eu retomasse o projeto.
O Thiago é meu cunhado e logo que nos conhecemos as idéias musicais bateram e resolvemos fazer um trio pra tocar Heavy/Thrash Metal e ele indicou o Netto para a bateria.
Quando resolvi reavivar o FBP fez sentido convidar os dois além do Rafa e eu estou 100% satisfeito com essa formação.
2- Como surgiu a banda? 
A banda surgiu em 2008 como um projeto para escrever músicas em portugues que tivessem a ver com o mundo do motociclismo, Harley-Davidson, Kustom Kultura e etc…
A primeira formação foi com amigos do meio motociclista e chegamos a fazer vários shows no estado do Paraná e São Paulo, mas por causa de outros trabalhos e disponibilidade dos integrantes escolhi dar um tempo.
Em 2012 eu saí da banda a qual eu dedicava a maior parte do meu tempo e por sempre ouvir gente perguntando se o FBP voltaria, gente cantando nossas músicas e querendo ver um show novamente, resolvi reavivar o projeto.
Logo que estabelecemos a formação já entramos em estúdio para gravar o primeiro EP e tivemos a sorte da sair em tour com o NAshville Pussy que é uma banda americana da qual somos fanzassos.
Antes do lançamento do EP resolvemos trocar o nome da banda por algo maís pronunciavel mas que ainda tivesse a ver com o mundo Kustom Kulture e por isso TuRBö.
3- Como funciona a composição das músicas? 
A principio eu crio as letras, riffs, bases e levo para a banda e arranjamos juntos.
Assim foram compostas as músicas que gravamos para o primeiro albúm que será lançado em breve, mas para um segundo albúm já estamos compondo as músicas juntos, os outros integrantes já estão trazendo idéias e riffs e por isso as músicas estão um pouco mais complexas e eu estou adorando o resultado.
4- Qual foi a primeira música autoral de vocês? Contem um pouco sobre a história dela.
A primeira música foi “Duas Rodas” que partiu do riff inspirado em Motörhead e a letra fala sobre a possibilidade de viver algo diferente do “normal”.
A principio todas as composições iriam tomar esse rumo, mas eu havia escrito de brincadeira outra música chamada “Manifesto Carnívoro” e quando mostrei para os outros integrantes eles além de rirem muito disseram que eu deveria compor mais músicas assim e ela acabou sendo o carro chefe nas nossas apresentações até agora.
5- O que vocês consideram a maior dificuldade para uma banda que está começando? Por quê?
A maior dificuldade é ser ouvido. Vivemos numa época onde a informação chega muito rápido e em quantidades enormes o tempo todo.
Todo mundo é bombardeado de convites para eventos, para escutar e curtir uma banda e a quantidade é tanta que ninguém para pra realmente fazê-lo.
Então se destacar e fazer com que alguém tire um tempo para pelo menos ouvir e decidir se gosta ou não é a maior dificuldade.
6- Vocês se lembram quando foi o primeiro show de vocês? Como foi?
Nosso primeiro show foi no bar Valentino a convite do Hocus Pocus Machine.
Foi engraçado porque ninguém sabia que era nosso primeiro show e todo mundo ficou surpreso com a performance e pelo fato de já ter gente repetindo alguns refrões que tinham acabado de ouvir.
7- Qual foi o pior e o melhor momento da banda de vocês até agora?
Acho que não passamos por nenhuma dificuldade inesperada, nenhuma tragédia ou algo assim, então não temos um pior momento por enquanto.
Entre nossos melhores momentos estão a tour com Nashville Pussy e a chance de viajar e tocar junto com nossos ídolos.
8- Quais são os projetos atuais de vocês?
Finalizamos a gravação e produção do nosso primeiro albúm e pretendemos lança-lo em breve, vamos iniciar ainda esse ano um tour pelo Brasil e também conseguimos aprovar um projeto pela Lei Rouanet para uma tour em 2016 junto com a banda Escopo.
9- Qual o maior sonho de vocês como banda?
Nosso maior sonho é conseguir viver apenas de música e fazer sempre shows com condições boas e todo o suporte técnico para apresentar pro público o que a gente tem de melhor.
10- O que a música representa pra vocês?
Sem uma trilha sonora para curtir cada momento da vida, vivê-la não teria graça nenhuma.
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Conheça a nossa banda – Memorialistas

*Entrevista respondida por Bruno Castor
1- Como e quando vocês se conheceram?
Nós demos muita sorte porque todos os integrantes da banda já eram amigos antes de entrarem para a banda. Eu conheci o guitarrista no colégio, o baixista no futebol e o baterista no aniversário de um amigo em comum. Isso já faz uns 15 anos. E apesar de já gostar de ouvir e até compor música, eu ainda não tinha um projeto definido envolvendo uma banda em mente.
 
2- Como surgiu a banda? 
O período em que cursei faculdade de Letras foi o mais produtivo em relação à escrita. Eu gostava de escrever de tudo e sobre tudo, desde contos sobrenaturais a canções de reflexão sobre a vida. As músicas eu sempre mostrava para o Renan (o guitarrista) e em contrapartida ele me mostrava as dele. A parceria musical acabou surgindo assim, naturalmente. Com o tempo passamos a apresentar as canções para outros amigos, que insistiam para que levássemos o projeto adiante. Isso aconteceu apenas em 2013.
A formação na época era outra. Convidamos o baixista e um segundo guitarrista através do site Tôsembanda e o baterista era primo de um amigo. Tocamos por alguns meses, mas por motivos pessoais fomos perdendo um a um os componentes do grupo. Depois de muitas tentativas, idas e vindas, finalmente chegamos na formação atual no final de 2014. Hoje a banda conta com Jorge Filho (baixo), Rodrigo Silveira (bateria) Renan Bianchi (voz e guitarra) e eu, Bruno Castor (voz e escaleta). 
3- Como funciona a composição das músicas? 
Eu prefiro compor sozinho. Até nas músicas em parceria com o Renan, normalmente cada um está fazendo sua parte em casa e só nos juntamos mesmo para acertar os detalhes. Depois levamos as músicas nos ensaios e dividimos com a banda para definirmos os arranjos.
4- Qual foi a primeira música autoral de vocês? Contem um pouco sobre a história dela.
Estou considerando a primeira música autoral como a primeira música que fizemos algum registro e apresentamos para o público. Nesse caso foi Morena, que inscrevemos no Webfestivalda em 2013, ainda com a primeira formação. É uma música em parceria com o Renan, cujo nome é em homenagem a uma banda que influenciou muito nossa vida em todos os sentidos.
 
5- O que vocês consideram a maior dificuldade para uma banda que está começando? Por quê?
No nosso caso a maior dificuldade está sendo arrumar lugares para tocar. Algumas casas já têm suas bandas fixas e não querem arriscar uma nova programação, outros querem dar oportunidades, mas não possuem equipamentos que suportem um show. Para fazer um show de rua precisamos do nosso próprio equipamento e alugar custa caro. Mas aos poucos estamos driblando esses percalços e as oportunidades estão aparecendo.
6- Vocês se lembram quando foi o primeiro show de vocês? Como foi?
Nosso primeiro show aberto foi no festival Dia da Música na praça Tiradentes. Foi uma experiência incrível e ao contrário do que costuma acontecer nas histórias de primeiro show que sempre ouvimos, deu tudo certo rs. 
 
7- Qual foi o pior e o melhor momento da banda de vocês até agora?
Como temos pouquíssimo tempo de estrada, os piores e melhores momentos acabam parecendo com simples momentos na carreira de qualquer banda. Para exemplificar, o pior momento considero a troca da primeira formação, pois achávamos que não conseguiríamos novos integrantes e teríamos que encerrar o projeto ainda no seu início e o melhor momento foi a participação no festival de música.
 
8- Quais são os projetos atuais de vocês?
Estamos participando de um projeto da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro em parceria com o Estúdio Carioca para a produção de um single voltado para distribuição em rádio e TV. Além disso, entraremos em estúdio para gravar o primeiro CD com a produtora Antônia Adnet. Em paralelo, continuamos nos inscrevendo em concursos e tocando em qualquer palco que a cidade tenha a oferecer.
9- Qual o maior sonho de vocês como banda?
Viver de música para fazer música. Esse é o nosso maior sonho.
10- O que a música representa pra vocês?
A música já é um modo de vida para cada um de nós. O desafio agora é transformá-la também em um meio de vida para poder manter esse ciclo.
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insta: @bandamemorialistas

Conheça a nossa banda – A-Grave

1- Como e quando vocês se conheceram?

Raphael conheceu Felipe em 2000 em sua primeira banda. (Chamada Krizalida)
Precisávamos de um baterista para formar a A-Grave. Então por uma excelente indicação de um amigo da banda, conhecemos o Diogo.
A banda conheceu o Carlos logo no início (em 2008) pois Raphael estava ajudando a, então banda dele (Chamada Kuase Lá) conseguindo shows e tocando bateria até que se arrumasse um baterista.
Carlos sempre foi fã da A-Grave. Sempre ia aos shows. Então, em 2010, com o término da banda Kuase Lá, o chamamos para entrar na A-Grave.
2- Como surgiu a banda? (contem um pouco sobre a história da formação)
Raphael foi reunindo as melhores pessoas com as quais já tocou durante seus 8 anos de experiência com bandas (Começou a carreira em 2000) (Reunindo os melhores, não só com relação a talento mas também, com sintonia de pensamentos e sonhos.) lá atrás, em 2008.
A banda teve várias formações porém, aos poucos, Felipe, Diogo e Carlos (Que se tornaram a essência da banda) foram saindo devido à problemas pessoais (Casamento/filhos/trabalho).
Porém a paixão pela banda, pela música e a saudade de conviver junto com os irmãos sem sangue falou mais alto e em um esforço extremo de todos para voltar com a essência da banda, os quatro que são a verdadeira face da banda A-Grave estão de volta.
3- Como funciona a composição das músicas? (em conjunto, cada um faz um pouco etc… comentar um pouco sobre esse processo)
Todas as músicas do CD “Sobrevivente” (Que lançaremos no segundo semestre deste ano) foram compostas por Raphael, com grande contribuição na composição das baterias de algumas músicas, (principalmente na música que dá nome ao CD, Sobrevivente) do Diogo.
Carlos compôs os solos, somente com uma ideia ou outra do Raphael.
E Felipe, deu uma excelente contribuição no arranjo das músicas mais antigas como Se Perder e Te Odiar e, algumas compostas antes mesmo de a A-Grave existir), como a música “O Fim”.

4- Qual foi a primeira música autoral de vocês? Contem um pouco sobre a história dela.
Cronologicamente falando, e irônicamente (em vários sentidos) a música mais antiga que a banda toca, se chama “O Fim”.
Essa música foi composta em 2001 (antes mesmo da A-Grave existir). Pois foi composta pelos integrantes da primeira banda de Felipe e Raphael. (A banda Krizálida)
A banda era um powertrio potente e contia em sua maioria de suas músicas, um teor político.
A música era tão boa que, na fundação da A-Grave, Raphael e Felipe resolveram colocá-la na banda para não deixa-la morrer.
Raphael modificou a letra e um pouco o arranjo, pois antigamente a letra falava sobre o fim do mundo pelas guerras.
Raphael modificou-a completamente para dar um tom mais sombrio. Hoje a letra fala sobre a sensação que temos antes da morte.
Essa música fez parte do primeiro CD da A-Grave “Presságio” e agora estará em uma nova releitura também no CD “Sobrevivente”.
5- O que vocês consideram a maior dificuldade para uma banda que está começando? Por quê?
Rock no Brasil sempre foi difícil, mas além disso vivemos em um momento paradoxal pois, ao mesmo tempo que a internet se tornou uma grande aliada, se tornou também a grande carrasca das bandas.
Ao mesmo tempo que temos liberdade hoje de fazermos o que quisermos com as nossas músicas, conhecermos lugares novos para tocar e mostrarmos nosso trabalho, hoje também temos que correr atrás de absolutamente tudo sozinhos, pois, com a pirataria vinda da internet, as Gravadoras e grandes empresários (que cuidariam de tudo para as bandas) estão fechando as portas ou se adaptando de uma forma tal que as bandas hoje (mesmo com gravadora) quase não têm suporte e lucro nenhum.
A grande dificuldade das bandas hoje é ter que ser, além de banda, gravadora, manager, produtora musical, produtora de eventos, e mesmo assim, sem poder se frustrar por não receber frutos dessa multi-função.
Hoje, fazemos tudo e não ganhamos nada. Pelo contrário, gastamos.
E tudo isso num mar de outras bandas novas.
Algumas, sem mérito nenhum, simplesmente porque têm dinheiro para investir na carreira.
6- Vocês se lembram quando foi o primeiro show de vocês? Como foi?
Prova do que o que foi dito acima é verdade.
O primeiro show da banda foi em um evento realizado pelo Raphael em um espaço que ele conseguiu e que, no futuro viria a ser o lendário “Hangar 298”. (Casa de Shows no Meier que movimentou a cena entre 2009/2011).
O show foi excelente, fizeram parte do evento também a banda “Kuase Lá” (Então banda do Carlos) e a nossa amiga até hoje, banda DAOS)
Toda estrutura foi montada com equipamentos que as bandas tinham.
Juntamos tudo o que tínhamos e fizemos acontecer.
7- Qual foi o pior e o melhor momento da banda de vocês até agora?

O pior momento foi longo e piorando aos poucos. Com a saída pouco a pouco de Felipe, Dingo e Carlos, (Entre 2012/2014) fazendo com que a banda perdesse o rumo e a identidade. Raphael ficou desmotivado com o caminho que a banda estava seguindo e pensava todo dia em parar.
Então em uma conversa com Carlos, o mesmo pronunciou uma palavra que fez o Raphael acordar. A palavra era “essência”. Então, Raphael voltou a conversar Diogo e Felipe sobre um possível retorno deles adaptando a banda a atual situação de todos e esperamos que o melhor momento da banda seja daqui pra frente!
8- Quais são os projetos atuais de vocês?

Lançar o CD “Sobrevivente” no início do próximo semestre, juntamente um grande show de lançamento. Lançarmos o Clipe de 1 ou 2 músicas desse CD até o fim do ano e, a partir daí procurarmos sempre bons shows, sempre registrando em forma de vídeo para irmos atualizando nossos fãs de onde vamos tocar e como é a energia do nossos shows.
9- Qual o maior sonho de vocês como banda?
Acredito que o mais nobre sonho de qualquer artista se resume em apenas uma palavra:
Reconhecimento
10- O que a música representa pra vocês?
O ar que respiramos. O amor pela música para Diogo, Felipe e Carlos fizeram eles readaptarem suas vidas para continuarem fazendo o que gostam.
O Raphael sente que se não lutar até o fim em busca de tentar mudar o mundo com suas músicas, estará em dívida com o “cara lá de cima” pelo dom que recebeu Dele.
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